Destaque
Empresário é encontrado morto no presídio de Parauapebas
Na tarde desta terça-feira (30), um empresário foi encontrado morto por volta das 15h no Complexo Prisional de Parauapebas, localizado na VS-10.
A vítima é A.M.S.M., conhecido como “Marquinho do Polo Moveleiro”, que estava preso desde que teve a prisão mantida pela Justiça durante audiência de custódia. Ele havia sido detido pela Polícia Militar, acusado de agredir a companheira e de mantê-la em cárcere privado no Bairro Guanabara.
As circunstâncias da morte ainda não foram divulgadas oficialmente. O caso será investigado pelas autoridades competentes, que deverão esclarecer o que aconteceu.
Parauapebas
Ciclista morre após ser atropelado por carro na PA-160, em frente ao Alto Bonit
Um acidente de trânsito com vítima fatal foi registrado por volta das 6h20 desta quarta-feira (30), na PA-160, em frente ao Residencial Alto Bonito, em Parauapebas, no sudeste do Pará.
Segundo informações do registro da ocorrência, a colisão envolveu um Volkswagen Gol, de cor branca, e uma bicicleta. O ciclista, identificado como Raimundo Nonato Almeida, seguia para o trabalho quando foi atingido pelo veículo.
Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi acionada, mas constatou que Raimundo Nonato não resistiu aos ferimentos e morreu ainda no local.
O condutor do Volkswagen Gol permaneceu na área após a colisão e foi identificado pelas autoridades.
A Polícia Militar realizou o isolamento e a preservação do local até a chegada das equipes responsáveis pelos procedimentos periciais e pela remoção do corpo.
A Polícia Civil também foi acionada e deverá investigar as circunstâncias do acidente, incluindo a dinâmica da colisão.
A matéria poderá ser atualizada caso novas informações sejam confirmadas pelas autoridades.
Destaque
Pará registra redução de 26% na área sob alertas de desmatamento no ano PRODES 2026
A área recoberta por alertas caiu para 987 km² entre agosto de 2025 e julho de 2026, menor valor da série histórica analisada desde 2018. O indicador antecipa a tendência do comportamento da taxa anual de desmatamento medida pelo PRODES.
O Pará encerrou o ano PRODES 2026 com redução de aproximadamente 26% na área recoberta por alertas de desmatamento. Entre agosto de 2025 e julho de 2026, o estado registrou 987 km² sob alertas, frente a 1.325 km² no período anterior, uma diminuição de 338 km². O resultado é o menor registrado desde 2018 e mostra a tendência da taxa anual de desmatamento. A taxa oficial será consolidada pelo Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal por Satélite (PRODES).
Os dados são do Sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real (DETER), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), analisados pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Clima e Sustentabilidade (Semas).
O levantamento considera a área recoberta por alertas emitidos durante o calendário do ano PRODES, período de referência adotado para o monitoramento do desmatamento, que se inicia em 1º de agosto de um ano e se encerra em 31 de julho do ano subsequente. Os alertas do DETER são utilizados para acompanhar a dinâmica do desmatamento ao longo desse período e constituem um dos principais indicadores da tendência que poderá ser refletida na taxa anual posteriormente divulgada pelo PRODES.
A série analisada mostra que a redução observada em 2026 dá continuidade a uma trajetória de queda iniciada em 2021. O maior valor foi registrado em 2020, quando 3.918 km² estiveram recobertos por alertas. Desde então, foram seis reduções anuais consecutivas. Na comparação entre 2020 e 2026, a queda acumulada chega a 74,8%, equivalente a 2.931 km².
Para o secretário titular da Semas, Raul Protázio Romão: “a redução da área recoberta por alertas é um sinal importante dentro do acompanhamento que fazemos ao longo do ano PRODES. Como os alertas do DETER funcionam como um indicador da tendência do comportamento da taxa anual de desmatamento, esse resultado reforça que as ações de prevenção, monitoramento e fiscalização ambiental vêm produzindo efeitos positivos. É uma trajetória que se mantém consecutivamente nos últimos períodos e que demonstra a importância de manter esse trabalho permanente, especialmente nas áreas mais pressionadas pelo desmatamento”, destaca o secretário.
Amazônia Legal – a tendência de redução também foi registrada no conjunto da Amazônia Legal. No ano PRODES 2026, a área recoberta por alertas caiu de 4.495 km² para 2.874 km², uma redução de 36,1% em relação ao período anterior. O resultado também representa o menor valor da série histórica analisada desde 2018 e sinaliza uma tendência favorável para o comportamento das taxas anuais de desmatamento na região.
Fazer uma matéria mais curta e detalhada com essas informações aqui.Pará registra redução de 26% na área sob alertas de desmatamento no ano PRODES 2026
A área recoberta por alertas caiu para 987 km² entre agosto de 2025 e julho de 2026, menor valor da série histórica analisada desde 2018. O indicador antecipa a tendência do comportamento da taxa anual de desmatamento medida pelo PRODES
O Pará encerrou o ano PRODES 2026 com redução de aproximadamente 26% na área recoberta por alertas de desmatamento. Entre agosto de 2025 e julho de 2026, o estado registrou 987 km² sob alertas, frente a 1.325 km² no período anterior, uma diminuição de 338 km². O resultado é o menor registrado desde 2018 e mostra a tendência da taxa anual de desmatamento. A taxa oficial será consolidada pelo Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal por Satélite (PRODES).
Os dados são do Sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real (DETER), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), analisados pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Clima e Sustentabilidade (Semas).
O levantamento considera a área recoberta por alertas emitidos durante o calendário do ano PRODES, período de referência adotado para o monitoramento do desmatamento, que se inicia em 1º de agosto de um ano e se encerra em 31 de julho do ano subsequente. Os alertas do DETER são utilizados para acompanhar a dinâmica do desmatamento ao longo desse período e constituem um dos principais indicadores da tendência que poderá ser refletida na taxa anual posteriormente divulgada pelo PRODES.
A série analisada mostra que a redução observada em 2026 dá continuidade a uma trajetória de queda iniciada em 2021. O maior valor foi registrado em 2020, quando 3.918 km² estiveram recobertos por alertas. Desde então, foram seis reduções anuais consecutivas. Na comparação entre 2020 e 2026, a queda acumulada chega a 74,8%, equivalente a 2.931 km².
Para o secretário titular da Semas, Raul Protázio Romão: “a redução da área recoberta por alertas é um sinal importante dentro do acompanhamento que fazemos ao longo do ano PRODES. Como os alertas do DETER funcionam como um indicador da tendência do comportamento da taxa anual de desmatamento, esse resultado reforça que as ações de prevenção, monitoramento e fiscalização ambiental vêm produzindo efeitos positivos. É uma trajetória que se mantém consecutivamente nos últimos períodos e que demonstra a importância de manter esse trabalho permanente, especialmente nas áreas mais pressionadas pelo desmatamento”, destaca o secretário.
Amazônia Legal – a tendência de redução também foi registrada no conjunto da Amazônia Legal. No ano PRODES 2026, a área recoberta por alertas caiu de 4.495 km² para 2.874 km², uma redução de 36,1% em relação ao período anterior. O resultado também representa o menor valor da série histórica analisada desde 2018 e sinaliza uma tendência favorável para o comportamento das taxas anuais de desmatamento na região.
Destaque
Workshop do Simineral debate inteligência artificial e fortalece o jornalismo na Amazônia
Evento reuniu jornalistas e profissionais da comunicação em Canaã dos Carajás para discutir os impactos da inteligência artificial no jornalismo, valorizar a comunicação produzida na Amazônia e incentivar a participação no 13º Prêmio Simineral de Comunicação.
O Sindicato das Indústrias Minerais do Estado do Pará (Simineral) realizou, nesta terça-feira (4), em Canaã dos Carajás, uma edição do Workshop de Comunicação Simineral, reunindo jornalistas, influenciadores digitais e profissionais da área para discutir os desafios e as transformações da comunicação contemporânea. A iniciativa integrou a programação institucional do V Congresso Técnico do Simineral e promoveu um espaço de troca de experiências sobre inovação, comunicação estratégica e transformação digital.
Na abertura do evento, o presidente executivo do Simineral, Emerson Rocha, destacou a importância de fortalecer o jornalismo regional e ampliar os espaços de diálogo sobre os desafios da comunicação na Amazônia. Em sua fala, ressaltou que o Sudeste do Pará desempenha um papel estratégico para a mineração brasileira e conta com profissionais que acompanham de perto essa realidade, produzindo um jornalismo qualificado e comprometido com a informação. Emerson também convidou os comunicadores da região a participarem da 13ª edição do Prêmio Simineral de Comunicação, reforçando que a iniciativa reconhece produções que contribuem para ampliar o conhecimento da sociedade sobre o setor mineral e estimular um debate cada vez mais responsável e fundamentado.
Na sequência, o jornalista, executivo e pesquisador em estratégia Ben Hur Correia, da TV Globo, conduziu a palestra sobre o uso da inteligência artificial na comunicação. Durante a apresentação, mostrou como a tecnologia vem transformando processos de produção de conteúdo, análise de dados e planejamento estratégico, destacando que a IA deve ser utilizada como uma ferramenta de apoio para ampliar a eficiência das equipes, sem substituir o pensamento crítico, a criatividade e o olhar humano, características indispensáveis ao exercício do jornalismo.
Ao longo da palestra, Ben Hur apresentou exemplos práticos da aplicação da inteligência artificial nas rotinas profissionais, demonstrando como a tecnologia pode otimizar fluxos de trabalho, apoiar a apuração de informações, personalizar conteúdos e fortalecer a tomada de decisões nas organizações.
Encerrando a programação, a jornalista Layse Santos reforçou a importância de valorizar o jornalismo produzido na Amazônia. Em sua fala, destacou que comunicar a região exige responsabilidade, conhecimento do território e sensibilidade para retratar suas múltiplas realidades, evidenciando o papel dos profissionais que atuam diariamente para oferecer uma cobertura contextualizada sobre os desafios, as oportunidades e o desenvolvimento da Amazônia.
O Workshop de Comunicação Simineral reafirmou o compromisso da entidade com a valorização do jornalismo, a qualificação dos profissionais da comunicação e o fortalecimento do diálogo entre o setor mineral, a imprensa e a sociedade, promovendo discussões sobre inovação, novas tecnologias e os desafios da comunicação na Amazônia.
