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Parauapebas

Da natureza à torneira: saiba como a água é tratada em Parauapebas

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Nos rios e no subsolo, a água pode sofrer contaminações e precisa de tratamento antes do consumo.

Antes de chegar até a casa dos moradores, a água que sai das torneiras percorre um longo caminho e passa por várias etapas de tratamento. Em Parauapebas, a Águas do Pará opera o complexo sistema que garante a qualidade da água desde a captação até a distribuição para os consumidores. Esse cuidado elimina contaminantes e impurezas que podem afetar a água na forma que está na natureza e garantem a segurança do consumo.

Parauapebas conta atualmente com três Estações de Tratamento de Água (ETAs) sob responsabilidade da Águas do Pará, duas no bairro Liberdade e uma no bairro Tropical. Além das estações, o município também é abastecido por poços tubulares profundos, que complementam a produção de água. Mesmo nesses casos, toda a água captada passa pelo processo de desinfecção, garantindo que chegue às residências com segurança e dentro dos padrões de potabilidade exigidos pelo Ministério da Saúde.

“Nosso trabalho começa lá na origem da água. A gente analisa cada etapa, desde a captação até a distribuição, para identificar qualquer impureza e garantir que tudo esteja dentro dos padrões de qualidade. Esses testes constantes são o que asseguram que a água chegue segura e própria para o consumo de todos”, afirma Vilmar Pereira, gerente executivo de Operações da Águas do Pará.

Etapas de tratamento
Antes de chegar às casas, a água passa por várias etapas nas Estações de Tratamento de Água (ETAs), como a floculação, a filtração e a desinfecção. Esse processo é o que diferencia a água bruta, captada diretamente de rios, da água tratada.

Na floculação, são removidas impurezas dissolvidas na água. Em seguida, ela passa por filtros para retirar partículas e, logo após, segue para o processo de desinfecção, com o objetivo de neutralizar possíveis contaminantes.

Nessa fase, o cloro é o grande aliado. Ele é responsável por eliminar bactérias, vírus e outros microrganismos que podem estar escondidos na água, ainda que ela esteja aparentemente própria para o consumo.

“Na etapa de cloração, a gente aplica a quantidade certa de cloro para eliminar bactérias e outros microrganismos, garantindo que a água chegue limpa e segura para o consumo”, acrescenta Vilmar Pereira, gerente executivo de Operações da Águas do Pará.

Desde o início da operação, a Águas do Pará tem investido na implantação e na melhoria dos sistemas de desinfecção. Com isso, vários municípios atendidos passaram a contar com mais essa proteção, reduzindo o risco de doenças.

Algumas pessoas, em regiões que nunca tiveram acesso a essa etapa de tratamento, podem estranhar o aroma característico do cloro, mas especialistas asseguram que não há risco à saúde quando utilizado em níveis adequados.

“É importante compreender que o sabor e o odor do cloro são, na verdade, elementos de proteção da água contra contaminantes. Isso faz parte de uma estratégia de segurança. Elas deveriam se sentir protegidas em vez de vulneráveis”, defende o engenheiro sanitarista Valdinei Alves da Silva, professor do Instituto Federal do Pará (IFPA)

Cuidados em casa
Ao final do tratamento, a água chega nas residências própria para o consumo e os moradores passam a ser responsáveis pelos cuidados. Mesmo tratada, a água pode ser contaminada nas residências se não houver atenção com caixas d’água e tubulações.

A orientação é limpar os reservatórios a cada seis meses e evitar vazamentos. “A contaminação interna, seja por falta de higiene nas caixas d’água ou por contaminação por vazamento, anula o benefício do tratamento prévio. Por isso, o cuidado em casa é tão importante”, alerta o professor do IFPA.

Dicas para cuidar da água
Para garantir que a água continue segura dentro de casa, algumas medidas simples podem fazer a diferença.

Confira as dicas:
1.⁠ ⁠Limpe a caixa d’água a cada seis meses;
2.⁠ ⁠Mantenha o reservatório sempre bem fechado para evitar a entrada de sujeira, insetos e outros contaminantes;
3.⁠ ⁠Anote as datas de limpeza para não esquecer de fazer a manutenção regularmente;
4.⁠ ⁠Cuide da rede interna da casa: vazamentos, infiltrações ou canos antigos podem contaminar a água;
5.⁠ ⁠Lave com frequência bebedouros, filtros, garrafas e outros recipientes;
6.⁠ ⁠Use sempre recipientes limpos para pegar, armazenar ou consumir água;
7.⁠ ⁠Dê preferência à água tratada do sistema público e evite consumir água de poços rasos sem controle de qualidade.

Parauapebas

Ciclista morre após ser atropelado por carro na PA-160, em frente ao Alto Bonit

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Um acidente de trânsito com vítima fatal foi registrado por volta das 6h20 desta quarta-feira (30), na PA-160, em frente ao Residencial Alto Bonito, em Parauapebas, no sudeste do Pará.

Segundo informações do registro da ocorrência, a colisão envolveu um Volkswagen Gol, de cor branca, e uma bicicleta. O ciclista, identificado como Raimundo Nonato Almeida, seguia para o trabalho quando foi atingido pelo veículo.

Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi acionada, mas constatou que Raimundo Nonato não resistiu aos ferimentos e morreu ainda no local.

O condutor do Volkswagen Gol permaneceu na área após a colisão e foi identificado pelas autoridades.

A Polícia Militar realizou o isolamento e a preservação do local até a chegada das equipes responsáveis pelos procedimentos periciais e pela remoção do corpo.

A Polícia Civil também foi acionada e deverá investigar as circunstâncias do acidente, incluindo a dinâmica da colisão.

A matéria poderá ser atualizada caso novas informações sejam confirmadas pelas autoridades.

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Parauapebas

Pesquisa Doxa: Hana amplia liderança e chega a 43,3% contra 36,8% de Daniel

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Uma nova pesquisa do Instituto Doxa, divulgada nesta quarta-feira (30), aponta Hana Ghassan (MDB) na liderança da disputa pelo Governo do Pará. No cenário estimulado, a candidata aparece com 43,3% das intenções de voto, enquanto Dr. Daniel Santos (Podemos) registra 36,8%.

A diferença entre os dois primeiros colocados é de 6,5 pontos percentuais.

Na sequência aparecem Araceli Lemos (PSOL), com 1%; Well Macêdo (PSTU), com 0,5%; Gal Leite (UP) e Ruth Reis (Democrata), ambas com 0,4%. Os eleitores que não sabem ou ainda estão indecisos somam 12,9%, enquanto 4,7% declararam voto branco ou nulo.

O levantamento foi realizado entre os dias 24 e 28 de setembro, em todo o estado do Pará, abrangendo as 12 Regiões de Integração. Foram realizadas 2 mil entrevistas válidas. A margem de erro estimada é de 2,2 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada na Justiça Eleitoral sob o número PA-08418/2026.

A eleição para o Governo do Pará está marcada para o próximo domingo, 4 de outubro. Os números divulgados representam o cenário de intenção de voto entre os entrevistados durante o período em que a pesquisa foi realizada.

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Polícia

PM encontra laboratório clandestino com drogas e produtos que podem ter sido usados para adulteração

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Uma operação da Polícia Militar terminou com a descoberta de um laboratório clandestino de drogas na tarde desta sexta-feira (7), na Rua 19, no bairro União, em Parauapebas.

A equipe do Grupamento de Prevenção Ativa (GPA), do 23º Batalhão, chegou ao local após receber uma denúncia sobre um possível disparo de arma de fogo nas proximidades.

Durante a ação, um homem que estava no imóvel fugiu para uma área de mata e não foi localizado. Dentro da residência, os policiais encontraram uma estrutura usada para preparar, pesar, prensar, fracionar e embalar drogas. Duas mulheres que estavam no local foram conduzidas à Delegacia de Polícia Civil.

Ao todo, foram apreendidos 81,3 quilos de cocaína, 10 quilos de maconha, 190 gramas de crack e 178 unidades de ecstasy.

Também foram encontrados uma espingarda calibre 20, quatro balanças de precisão, uma prensa, seis celulares, liquidificadores, peneiras, facas, embalagens e outros materiais utilizados no preparo dos entorpecentes.

Entre os produtos encontrados estavam oito potes de fermento químico Pó Royal, cinco vidros de Lidofarm, três pomadas de lidocaína e três garrafas de acetona.

A presença desses produtos chamou atenção pelos possíveis riscos à saúde. A lidocaína é um anestésico, a acetona é um solvente químico e o Pó Royal é um fermento químico. Caso sejam utilizados na mistura ou adulteração das drogas, essas substâncias podem chegar às vias respiratórias e ao organismo dos usuários.

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